Metolodogias

Em uma sala de aula, os alunos não são meros receptores. Eles tem que fazer parte dos processos da aprendizagem. A tecnologia tem feito a sala de aula mais interativa,  pois com estes pode-se jogar, aceder à informação na Web ou no dispositivo, trabalhar e estudar. Nesse post iremos introduzir os métodos mais eficazes com a utilização dos dispositivos móveis.
             A gamificação ou ludificação  (gamification)  usar elementos dos jogos de forma a engajar pessoas para atingir um objetivo o que torna o conteúdo mais atraente, envolvente e motivacional e, portanto, pode ajudar a melhorar a aprendizagem. 

             A ludificação dá a oportunidade aos professores de tornarem conteúdos complexos ou aborrecidos mais interessantes, dando ao aluno maior incentivo para completar determinada tarefa e trazer benefícios de desempenho. 

             Os Wearables como os relógios ou óculos inteligentes (smart watches/ smart glasses), proporcionam experiências de aprendizagem mais envolventes, são a evolução da tecnologia móvel.  Todos os telefones podem ter o aplicativo Auraasma ou os códigos QR, que ajudam a aumentar a realidade,  podendo revolucionar a educação no futuro.

           A sala de aula invertida (flipped classroom): é uma nova maneira de ensinar e aprender. Nesta metodologia o foco de ensino é diferente do modelo tradicional, pois o aluno incorpora informação antes da aula e participa posteriormente no seu desenvolvimento.

           Existem muitos desafios ao longo do caminho quando o processo é adotado e aplicado. Sabemos que os adolescentes gostam cada vez menos da escola, manter o mesmo modelo educativo é perpetuar essa insatisfação (Prensky, 2011). É urgente mudar a sala de aula e encontrar novas metodologias ou estratégias e as que apresentamos antes e a seguir podem ajudar.

          Byod - Traz o teu próprio dispositivo. 

          Quais são as razões para abraçar um programa BYOD (Bring Your Own Device - Traz o teu próprio dispositivo)?
           Espera-se que nos próximos 20 anos a maioria da população mundial esteja conectada através de dispositivos móveis. Por isso, esperam poder ter acesso a recursos educacionais através dos seus dispositivos móveis.
          Os alunos estão mais engajados no mundo virtuais, preferindo resolver problemas da aula através das redes sociais do que na própria sala. Além da maioria preferir colaborar on-line com os colegas do que presencialmente. Como também esperam poder aprender a qualquer hora, em qualquer lugar, com ambientes de aprendizagem flexíveis, aproveitando os tempos livres e os contextos informais. 

           Desse modo, aproveitar os dispositivos móveis e as aplicativos que os alunos têm nos seus dispositivos para os apoiar na aprendizagem individual, pode influenciar diretamente na maneira que aprendem. Começar a usar dispositivos móveis (smartphones ou tablets).
            Por isso, há aspetos que é preciso tomar em consideração, como por exemplo, a gestão de sala de aula, a sua integração no currículo, para realmente melhorar a aprendizagem dos alunos, a cidadania digital e a alfabetização digital. E para isso é necessário que haja: ações de formação contínua, participação em projetos colaborativos, comunidades de aprendizagem, MOOCs ou outros processos formativos. 
            Ensino híbrido (blended learning):  abordagem que aposta em alternar diferentes momentos de aprendizagem em torno de uma única temática. Dessa forma, alunos têm a chance de aplicar e construir o conhecimento em etapas. Como também implica na valorização de variadas regiões cerebrais– visual, auditiva, cinestésica, musical, etc. – já que cada momento pode estimular certas habilidades. No ensino híbrido, o foco está no aluno e nas suas necessidades, cultura e contexto social, sendo que conhecimentos prévios são priorizados para construir o conhecimento de forma coletiva.

Referência: Moura, Adelina. (2017). Mobile learning: metodologias, ferramentas e práticas educativas. Disponível em:< https://www.researchgate.net/publication/322132657_Mobile_learning_metodologias_ferramentas_e_praticas_educativas>. Acesso em 9. abril. 2019


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