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MALL
Nessa
página iremos oferecer uma panorama geral sobre o MALL (Mobile Assisted
Language Learning), explicar seus conceitos, seus benefícios principais, o seu
papel na educação do ensino de línguas e como ele influencia não só o
aluno mas também o profissional. Introdução: Devido
as novas tecnologias e o advento de dispositivos móveis, a aprendizagem de
idiomas tem se flexibilizado. Essa abordagem é conhecida como Mobile Assisted
Language Learning (MALL), no português nomeado como Aprendizado de Idiomas com
Assistência Móvel.
Alunos: Desse
modo, a aprendizagem e o ensino de línguas vêm introduzindo esses dispositivos
de forma gradual. A mobilidade dos alunos modernos proporciona
um ambiente dinâmico para a aprendizagem; a tecnologia móvel, enquanto essencial,
é apenas um dos diferentes tipos de tecnologia e interação empregados.
Professores: Os
educadores possuem o grande desafio de compreender a forma de usar essas
ferramentas em prol da educação. A aprendizagem de línguas tem
crescido de acordo com os novos desafios sociais, como o aumento de
multicultural e multilíngue, provenientes da globalização. Acerca
dessas propriedades, os alunos estão cada vez mais em posição de assumir a
liderança e se envolver em atividades motivadas por suas necessidades pessoais
e circunstâncias de uso, incluindo aquelas decorrentes de maior mobilidade e
trajetória e o professor tenta encaixar seu papel como mediador entre os alunos
e os dispositivos.
A sala de aula:
Houve muitos cenários descrevendo o uso da tecnologia dentro e fora da sala de aula.
Tanto que, a diferença entre o aprendizado que
ocorre na escola e esse tema vem sido abordado frequentemente no mundo
acadêmico.
O ensino escolar é comumente caracterizado pela memorização e reprodução de textos dominados pelo
professor, e a atividade dos estudantes é limitada em grande parte a responder
perguntas formuladas por esse.
Em tal, com a introdução da tecnologia, a cultura de aprendizagem foi
apresentada por Inkpen
(1999), professora universitária de engenharia da computação, possuindo
vantagens diversas mas a principal delas
é a facilidade de integração no mundo da criança e que os próprios produtos em
que se formam sua cultura.
M-Learning
(mobile learning):
Segundo, Trifanova E.S. (2004: 3), Universidade Estadual de São
Petersburgo de Tecnologia da Informação, Mecânica e Ótica, esses dispositivos móveis são definidos como
“... qualquer dispositivo que seja pequeno, autônoma e discreta o suficiente
para nos acompanhar em todos os momentos”. Tais são caracterizados se dão por
estarem disponíveis “em qualquer lugar, a qualquer hora” (Geddes, 2004). Para
os propósitos educativos, isso se refere à aprendizagem mediada por
dispositivos que pode ser formal ou informal. Referente aos avanços
tecnológicos, esses dispositivos se tornam mais inteligentes, evoluindo de
serem usados com funções limitadas (tirar fotos, configurar alarme, ouvir rádio, calcular) para serem usadas com funções mais amplas (navegar na rede,
conectarem-se às redes sociais, jogos, mensagens instantâneas e aplicações de
aprendizagem).
MALL:Essas
tecnologias fornecem uma série de “autênticas”, “relevantes” e “contextuais”
experiências de aprendizagem de línguas (Chinnery, 2006, p. 9; Gilgen, 2005, p.
39; Kukulska-Hulme, 2006, p. 123, respectivamente). Além disso, eles fornecem
ambientes on-line para aprendizagem dentro de uma comunidade e compartilhar
recursos com outras pessoas, fornecendo maneiras imediatas e flexíveis de
adquirir língua (Kukulska-Hulme, 2010). No m-learning, os alunos recebem uma
variedade de oportunidades para “explorar o ambiente espontâneo e natureza
oportunista da aprendizagem em movimento’’ (Kukulska-Hulme & Traxler, 2005,
p. 31).Embora
se possa argumentar que o e-learning (ensino eletrônico) envolve o uso de
qualquer aprendizado portátil material, assim inclui livros, cassetes de áudio,
CDs de áudio e rádios portáteis e DVD os jogadores, por exemplo, o m-learning
geralmente se concentra nas tecnologias mais recentes. Mesmo que ambos se
concentram em aprendizagem contextualizada, flexibilidade e participação ativa
da comunidade do aluno.Ademais, uma pesquisa
em Linguagem e Tecnologia 2019 Volume: 1 Edição: 1 30-47 38 O MALL, explora as
principais tecnologias móveis PDAs, telemóveis, pequenos tablets, leitores de
MP3 / MP4, iPod touch, leitores de livros eletrônicos, Gravadores de IC,
consolas de jogos, dicionários digitais, gravadores de voz e assim por diante a
fim de obter resultados na utilização desses em prol do ensino de línguas.
Maneiras de aprender:Portanto,
existem diversos contextos de aprendizado para dispositivos móveis para cada
aluno / usuário. Vavoula e Sharples (2002) sugerem que o aprendizado é móvel
ocorra nos ambientes: espaço, áreas da vida e do tempo, ou seja, a aprendizagem
pode ocorrer no trabalho, em casa ou no lazer. Isso envolve:
1) identificação de singularidade do m-learning;
2) determinação da quantidade de resultados de aprendizagem
fora da aula; 3) conta da prática, e centrada no aluno, centrada no conhecimento,
centrada na avaliação, e centralidade da comunidade; 4) função onipresente de dispositivos
móveis pessoais são alistados para a conceituação de m-learning (Sharples et
al., 2007).
Conclusão:
O ensino de línguas é muito importante para que fique apenas sob a responsabilidade
do professor. Ele, sozinho, não tem como dar conta de tudo que envolve seu
ensino. Concluindo que o MALL é uma
opção viável para o aprendizado de idiomas.
Ao invés vez de ver a comunicação móvel e as comunidades on-line como uma ameaça
à educação, o bom profissional precisa explorar como a aprendizagem pode ser transformada
para a era móvel, através de um diálogo entre dois mundos da educação: um em
que o conhecimento é autoridade dada através do currículo, a outra em que ela surge
através de uma negociação e um processo de chegar a um acordo
mútuo. Mesmo que haja certas limitações, como o
pequeno tamanho dos smarthphones e a
falta de interação oral e colaboração com os outros ( Kukulska-Hulme &
Shield,2008).O MALL não deve ser
evitado, pois, com ele o aluno pode obter interesse e desenvolvimento de
maneiras que não ocorreriam em uma sala de aula.
Referências: Kukulska-Hulme, A., & Shield, L. (2008). An
overview of mobile assisted language learning: From content delivery to
supported collaboration and interaction. ReCALL, 20(3),
271-289. doi:10.1017/S0958344008000335Baleghizadeh, S., & Oladrostam, E. (2010). The
effect of mobile-assisted language learning (MALL) on grammatical accuracy of
EFL students. MEXTESOL Journal, 34(2), 77-86.
Çakmak, Fidel. (2019). Mobile Learning and Mobile
Assisted Language Learning in Focus.
Ali Sorayyaei Azar, Hassan Nasiri, Learners’
Attitudes toward the Effectiveness of Mobile Assisted Language Learning (MALL)
in L2 Listening Comprehension, Procedia - Social and Behavioral Sciences,Volume
98,2014,Pages 1836-1843, ISSN 1877-0428, https://doi.org/10.1016/j.sbspro.2014.03.613.(http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877042814027049)
Mike Sharples, Josie Taylor, Giasemi Vavoula. A
Theory of Learning for the Mobile Age. R. Andrews and C. Haythornthwaite. The
Sage Handbook of Elearning Research, Sage publications, pp.221-247, 2006.
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